Lançado gibi que combate a ideologia de gênero

Visando combater a disseminação da ideologia de gênero no âmbito evangélico e nos setores sociais em geral, a Convenção Batista Brasileira (CBB) lançou na última terça (20) uma revista em quadrinhos, cujo objetivo é levar ao público infantil um conteúdo cristão que esclareça a verdade biológica do ser humano sob à ótica da Palavra de Deus através de uma linguagem simples e acessível. O lançamento do gibi ‘Viva a Diferença’ ocorreu na Igreja Batista do Bacacheri em Curitiba (PR), estando acessível em português, inglês e espanhol, contendo 15 páginas.

A ideologia de gênero denota não apenas um movimento, mas uma agenda antiga que ignora a identidade biológica do ser humano, defendendo a ausência de sexo por meio da afirmação de que os gêneros masculino e feminino são meras construções culturais e sociais.

O apoio a tal movimento tem partido de algumas instituições e empresas que, fazendo uso de sua credibilidade, tentam inserir sorrateiramente esse projeto contrário à natureza e aos bons costumes. As principais vítimas dessa idealização são as crianças, que têm sido bombardeados pela mídia e, por incrível que pareça, pelas escolas onde estudam, uma vez que tenta-se implantar nas unidades de ensino medidas pedagógicas que tratem de assuntos sexuais para o público infantil, trazendo-lhes a concepção de que podem optar pelo sexo que desejarem.

A revista em quadrinhos estará disponível de forma gratuita na versão digital, podendo ser impressa por qualquer pessoa ou instituição que queira customizar com sua logo e apoio ao projeto, preservando os direitos autorais da obra. A faixa-etária que destina-se o gibi vai dos 4 aos 8 anos de idade, tendo como idealizadora a psicóloga Marisa Lobo, que atua como palestrante e pesquisadora de gênero.

“Crianças têm sexo e identidade. Meninos e meninas são diferentes, porém, iguais em direitos. A sexualidade faz parte da vida e do corpo desde o nascimento. Crianças costumam questionar sobre assuntos polêmicos, e o importante é falar na linguagem adequada, com verdade e cuidado para não ofender ou discriminar quem pensa diferente”, esclareceu Marisa Lobo.

Com informações: CPADNews e Opinião Crítica

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