Juventude do Templo Central da IEADCG dedica culto ao DIP

O Domingo da Igreja Perseguida (DIP), realizado no último dia 27, contou com o apoio de mais de 1 milhão de intercessores de diferentes denominações evangélicas brasileiras. Esse movimento de oração, que ocorre no país desde 1988, é uma iniciativa da Missão Portas Abertas e este ano teve como alvo de oração a Índia.

Ao todo, foram registradas pela organização cristã mais de nove mil e quatrocentas igrejas cadastradas no DIP 2018. Dentre elas esteve a Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Campina Grande (IEADCG) que, no Templo Central, dedicou um culto à causa dos cristãos perseguidos. Em mais um ano, a ação conscientizadora contou com o engajamento do Conjunto Cântico Pentecostal.

“Quando a ideia nos foi proposta todos, de imediato, abraçaram a causa. Nós dividimos as tarefas em comissões entre os componentes do conjunto e, para a glória de Deus e com o empenho de todos, conseguimos realizar esse grande evento, que teve por finalidade gerar nas pessoas uma conscientização sobre a realidade da Igreja Perseguida”, destacou o presbítero Jean Pierre, líder de mocidade no Templo Central.

A participação dos jovens no DIP vem acontecendo desde o ano de 2012, e desta vez eles tiveram por inspiração a história de vida da missionária Sâmia Souza, que há cerca de dez anos cumpre o Ide de Cristo em solo indiano. Por meio de encenações e testemunhos de fé, a igreja pôde entender a realidade de um cristão numa nação onde apenas 3% da população professa a fé em Jesus. Nos últimos anos a perseguição aos crentes na Índia aumentou devido ao crescimento do hinduísmo radical. “A pretensão das autoridades políticas é tornar aquela nação totalmente hindu. Com isso, os cristãos passaram a ser perseguidos com mais intensidade, e por esse motivo este ano a Portas Abertas decidiu chamar a atenção da igreja brasileira para clamar pela Índia”, esclareceu Laryssa Ayanne, uma das coordenadoras do DIP no Templo Central.

      

Durante o evento, a jovem Michele Souza encarou a responsabilidade de representar sua irmã Samia e alguns testemunhos que ela vivenciou. “Para mim foi muito gratificante interpretá-la, fazer o papel dela aqui, e também mostrando à igreja que a perseguição é real, e que há  testemunhos verdadeiros em outras nações”, disse Michele.

Com uma mensagem de conscientização e despertamento, o pastor Daniel Nunes mostrou que as perseguições fazem parte da vida cristã e que vale a pena suportá-las por amor a Cristo. “Está faltando a igreja entender que o Evangelho é sofrimento. A tônica da mensagem foi esta: Por que a igreja sofre mesmo tendo o poder do Espírito Santo? É porque o mundo nunca vai amar a Igreja. O mundo de pecado não vai amar a Igreja que é santa. Então, a Igreja ela tem que mostrar ao povo que aquele que quiser seguir a Cristo e cumprir o Seu Ide estará sujeito a enfrentar perseguições por amor a Jesus”, enfatizou o pastor presidente.   

 

      

      

      

         

Reportagem: Karem Vasconcelos / Victor Posse
Imagens: Anderson Matheus

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